Tag: multas ambientais

  • Programa de descontos para multas ambientais em São Paulo

    Programa de descontos para multas ambientais em São Paulo

    O estado de São Paulo lançou um programa denominado “Acordo Verde”, que oferece um desconto de 40% no valor de multas ambientais em casos de degradação ambiental que ainda estejam em discussão administrativa. O objetivo é estimular a regularização e recuperação de áreas degradadas, em especial próximas à realização da COP30.

    Mecanismo e alcance da iniciativa

    Sob essa iniciativa, os autuados podem aderir ao programa para obter a redução de 40% da multa, desde que aceitem condições como a recuperação da área degradada e outros termos do acordo. Estima-se que quase 11 mil hectares estejam envolvidos em processos administrativos que podem se beneficiar da medida.

    Implicações para meio ambiente e governança

     

    A medida traz impactos positivos potenciais em termos de restauração de ecossistemas, redução de litígios e melhoria das relações entre autuados e órgãos ambientais. No entanto, também levanta questões sobre incentivos adequados, necessidade de garantir que a recuperação seja efetiva e de manter a rigorosidade da fiscalização ambiental.

    Como a Martins Zanchet pode ajudar

    A consultoria Martins Zanchet pode apoiar empresas e entidades que estejam envolvidas ou venham a se beneficiar desse programa, oferecendo:

    • análise da elegibilidade e das condições para adesão ao programa de desconto de multas;

    • suporte técnico para definir e acompanhar os planos de recuperação ambiental exigidos como contrapartida;

    • orientação para adequação à legislação ambiental e aos requisitos de governança para esse tipo de acordo;

    • desenvolvimento de relatórios e planos de comunicação para demonstrar conformidade e responsabilidade ambiental em relação às partes interessadas.

    Com esse suporte, organizações podem transformar o programa de regularização em uma oportunidade estratégica para fortalecer sua sustentabilidade, reputação e alinhamento com metas ambientais.

    Fonte:
    “Programa em SP oferece descontos de 40% em multas ambientais”, Folha de S. Paulo, 03/11/2025. (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2025/11/programa-em-sp-oferece-descontos-de-40-em-multas-ambientais.shtml)


     

     

    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

     

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    aOu acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • Licenciamento Ambiental para Atividades Agroindustriais: Como Evitar Embargos e Atuar com Segurança Jurídica

    Licenciamento Ambiental para Atividades Agroindustriais: Como Evitar Embargos e Atuar com Segurança Jurídica

    O setor agroindustrial é um dos pilares da economia brasileira. No entanto, com o crescimento da fiscalização e a complexidade das normas ambientais, atuar sem licenciamento ou com licenças vencidas pode resultar em graves consequências legais e operacionais. Multas milionárias, embargos e até responsabilização dos sócios são alguns dos riscos enfrentados por empresários que negligenciam as exigências ambientais.

    Este artigo é um guia completo sobre o licenciamento ambiental para atividades agroindustriais, abordando exigências legais, tipos de licenças, riscos de irregularidade e estratégias para atuar com segurança jurídica, mesmo diante das mudanças trazidas pela Lei Geral do Licenciamento (LGL).

     

    O que é o Licenciamento Ambiental?

    O licenciamento ambiental é um procedimento administrativo obrigatório, previsto na Lei nº 6.938/81, que visa conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental. Ele autoriza a localização, instalação, ampliação e operação de empreendimentos ou atividades que utilizem recursos naturais ou que possam causar degradação ao meio ambiente.

    No caso das atividades agroindustriais, o licenciamento abrange desde a instalação de silos e armazéns até fábricas de ração, beneficiadoras de grãos, laticínios, usinas de cana-de-açúcar, frigoríficos, entre outros.

    Cada atividade é classificada segundo seu potencial poluidor e complexidade, o que define o tipo de licença e os estudos ambientais exigidos.

     

    Quais são os tipos de Licenças Ambientais?

    O processo de licenciamento pode envolver diferentes tipos de licença, conforme o estágio da atividade:

    • Licença Prévia (LP): Emitida na fase de planejamento, aprova a viabilidade ambiental do projeto.
    • Licença de Instalação (LI): Autoriza o início da construção ou instalação do empreendimento.
    • Licença de Operação (LO): Permite o funcionamento da atividade, desde que cumpridas as condicionantes das fases anteriores.

    Para atividades de menor impacto, alguns estados adotam licenças únicas ou simplificadas, com trâmite mais ágil.

     

    Quais os riscos de operar sem licença ou com licenciamento vencido?

    Empresas agroindustriais que operam de forma irregular estão sujeitas a diversas penalidades:

    • Embargo da atividade ou obra por parte de órgãos ambientais (IBAMA, órgãos estaduais ou municipais);
    • Multas ambientais, que podem ultrapassar R$ 50 milhões dependendo do impacto causado;
    • Instauração de processo administrativo ambiental, com possibilidade de responsabilização do CNPJ e dos sócios;
    • Ações civis públicas por danos ambientais;
    • Dificuldade em obter crédito, certificações ou participar de exportações.

    Além disso, é comum que licenças estejam vencidas ou não atualizadas com a realidade da operação, o que também configura infração grave.

     

    Quais documentos são exigidos para o licenciamento?

    A lista varia conforme o estado e o tipo de atividade, mas em geral inclui:

    • Cadastro Técnico Federal (CTF/IBAMA);
    • Declaração de uso e ocupação do solo;
    • Projeto técnico da atividade agroindustrial;
    • Estudos ambientais (RAP, EIA/RIMA, PCA, PGRS, etc.);
    • Anuência de outros órgãos, como órgãos de recursos hídricos ou patrimônio histórico;
    • Comprovação de regularidade fundiária e ambiental da área (CAR, APP, Reserva Legal);
    • Pagamento de taxas e apresentação de formulários específicos.

     

    Como agir se sua atividade está irregular?

    Se sua agroindústria está operando sem licença ambiental, com licença vencida ou em desconformidade com as exigências legais, o ideal é atuar rapidamente com regularização voluntária, antes de uma fiscalização.

    Veja os passos recomendados:

    1. Diagnóstico jurídico e ambiental completo da atividade;
    2. Levantamento de passivos e pendências ambientais;
    3. Regularização fundiária e documental;
    4. Elaboração do pedido de licenciamento ou renovação, com o estudo técnico adequado;
    5. Acompanhamento junto ao órgão ambiental e cumprimento de condicionantes.

    A regularização espontânea pode ser considerada atenuante em caso de autuação, evitando consequências mais severas.

     

    A importância da assessoria jurídica e técnica especializada

    Contar com uma equipe jurídica especializada em Direito Ambiental é essencial para:

    • Analisar a legislação ambiental vigente e as normas estaduais específicas;
    • Conduzir o processo de licenciamento com foco em agilidade e segurança jurídica;
    • Atuar preventivamente contra multas e embargos;
    • Representar a empresa em defesas administrativas e negociações com os órgãos ambientais;
    • Estruturar Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) viáveis quando necessário.

    A Martins Zanchet Advocacia Ambiental tem experiência com empresas do agronegócio de todo o país, atuando de forma estratégica para viabilizar operações com regularidade e evitar riscos patrimoniais.

     

    Conclusão

    O licenciamento ambiental é uma exigência legal, mas também uma ferramenta estratégica para a sustentabilidade e segurança jurídica das agroindústrias. Estar regularizado é condição para crescimento, acesso a crédito, certificações e entrada em mercados cada vez mais exigentes.

    Empresas que se antecipam às exigências e buscam apoio técnico e jurídico têm mais chances de operar com estabilidade e evitar prejuízos com embargos e autuações.

    Sua agroindústria está com o licenciamento ambiental em dia? Se você tem dúvidas ou precisa regularizar sua atividade, fale com a equipe da Martins Zanchet Advocacia Ambiental e receba orientação especializada.

     

     

    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

     

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    aOu acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • Embargo de Obra: O Que Fazer Para Regularizar e Retomar a Construção

    Embargo de Obra: O Que Fazer Para Regularizar e Retomar a Construção

    O impacto jurídico e financeiro das sanções ambientais na construção civil

    Em meio ao avanço das fiscalizações ambientais nos setores urbanos e rurais, muitos empreendedores da construção civil se deparam com uma situação crítica: a paralisação da obra por embargo ambiental ou a aplicação de multas elevadas por supostas infrações. O problema, além de legal, é econômico — o atraso ou cancelamento de um empreendimento compromete contratos, investidores, cronogramas e até a viabilidade comercial do projeto.

    Mas o que fazer diante de uma multa ambiental ou embargo de obra? Como regularizar a situação e seguir com a construção dentro da legalidade? Neste artigo, explicamos os principais pontos que envolvem sanções ambientais no setor da construção, os erros mais comuns, os caminhos legais disponíveis e a importância de uma assessoria especializada.

     

    Quando uma obra pode ser multada ou embargada?

     

    A legislação ambiental prevê que toda atividade potencialmente poluidora ou que cause impacto ao meio ambiente depende de licenciamento prévio. No contexto da construção civil, isso inclui:

    • Supressão de vegetação sem autorização;
    • Intervenção em Áreas de Preservação Permanente (APP);
    • Movimentação de solo em áreas sensíveis;
    • Falta de plano de gestão de resíduos sólidos;
    • Captação de recursos hídricos sem outorga;
    • Obras sem licenciamento ambiental (ou com licenças vencidas);
    • Descumprimento de condicionantes ambientais já estabelecidas.

    A atuação de órgãos como IBAMA, CETESB, Secretarias Estaduais e Municipais de Meio Ambiente é respaldada pela Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pelo Decreto nº 6.514/2008, que regulamenta infrações e sanções administrativas ambientais.

     

    Quais são as consequências legais?

    As penalidades aplicáveis incluem:

    • Multas ambientais: podem variar de R$ 1.000,00 a mais de R$ 50 milhões, dependendo da gravidade e reincidência;
    • Embargo de obra: suspensão total ou parcial da construção até a regularização;
    • Suspensão de licenças ou autorizações já emitidas;
    • Interdição do imóvel ou canteiro de obras;
    • Responsabilização dos gestores, diretores e responsáveis técnicos.

    Além disso, o auto de infração pode gerar um processo administrativo ambiental e, se não houver solução, levar à inscrição em dívida ativa e eventual execução judicial da multa.

     

    Como agir diante da autuação?

     
    1. Leia atentamente o auto de infração: verifique o número do processo, descrição da infração, base legal, valor da multa e prazos de defesa.
    2. Não ignore a notificação: o silêncio pode significar confissão ou aceitação da infração. Perder os prazos prejudica qualquer chance de reversão ou redução da penalidade.
    3. Reúna toda a documentação do empreendimento: licenças ambientais, projetos técnicos, estudos ambientais, termos de compromisso e registros fotográficos.
    4. Solicite parecer técnico especializado: é fundamental contar com engenheiros ambientais, biólogos ou agrônomos que possam avaliar a veracidade da infração apontada.
    5. Acione um escritório jurídico especializado: a defesa deve ser elaborada com base técnica e jurídica, com contestação das ilegalidades, vícios ou desproporcionalidades da autuação.

     

    Quais são os caminhos legais para destravar a obra?

     
    • Defesa administrativa (defesa prévia): apresentada dentro do prazo estipulado pelo órgão (geralmente 10 a 20 dias úteis), com argumentos técnicos e jurídicos.
    • Recurso hierárquico: se a defesa for indeferida, é possível recorrer a instância superior dentro do mesmo órgão.
    • Acordo com o órgão ambiental: em muitos casos, é possível firmar termo de ajustamento de conduta (TAC) ou termo de compromisso para correção das irregularidades e liberação gradual da obra.
    • Ação judicial: caso as vias administrativas não resolvam, pode-se buscar o destravamento judicial da obra, com pedido de liminar, principalmente quando houver ilegalidade ou desproporcionalidade na medida aplicada.

     

    Como evitar novas sanções?

    • Regularizar o licenciamento e atualizar todas as licenças;
    • Adequar o projeto às exigências ambientais atuais;
    • Implementar planos de controle ambiental e gestão de resíduos;
    • Garantir monitoramento contínuo por consultoria ambiental;
    • Treinar a equipe técnica sobre práticas e condicionantes ambientais;
    • Manter uma assessoria jurídica ativa durante toda a obra.

     

    A importância da assessoria jurídica ambiental

    Um escritório especializado em direito ambiental:

    • Atua desde o início na estruturação legal do projeto;
    • Identifica pontos de risco e evita autuações preventivamente;
    • Elabora e apresenta defesas e recursos com fundamentação sólida;
    • Representa o cliente em negociações e audiências com órgãos ambientais;
    • Atua judicialmente na suspensão de embargos injustos.

     

    Conclusão: Com técnica e estratégia, é possível destravar sua obra

    Ser autuado por infração ambiental ou ter uma obra embargada não significa o fim do projeto. Com a abordagem técnica correta, amparo jurídico qualificado e compromisso com a regularização, é possível reverter penalidades, ajustar o empreendimento e seguir com segurança.

    Sua obra foi embargada ou recebeu multa ambiental? Fale com a equipe da Martins Zanchet Advocacia Ambiental e conte com uma equipe técnica e jurídica pronta para destravar seu projeto e garantir segurança jurídica ao seu empreendimento.


    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • TCU determina que Ibama mude gestão dos recursos provenientes de multas ambientais

    TCU determina que Ibama mude gestão dos recursos provenientes de multas ambientais

    O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) adote mudanças na gestão dos recursos arrecadados por meio de multas ambientais. A decisão visa garantir maior eficiência, controle e destinação adequada dos valores recolhidos.

    Entenda a decisão

     

    A determinação surge após auditoria do TCU que apontou falta de critérios claros na aplicação dos recursos oriundos de multas ambientais, além de problemas na prestação de contas, ausência de planejamento estratégico e risco de desvios de finalidade.

    O tribunal destacou que os valores, quando não geridos adequadamente, comprometem não apenas os objetivos ambientais, mas também geram insegurança jurídica, principalmente para os autuados que participam de programas de conversão de multas.

    Quais mudanças foram exigidas?

    O TCU determinou que o Ibama adote as seguintes medidas:

    • Implementação de critérios objetivos e transparentes para seleção dos projetos financiados com recursos das multas;

    • Melhoria dos processos de acompanhamento, controle e prestação de contas dos recursos aplicados;

    • Definição de metas, indicadores de desempenho e critérios técnicos claros na destinação dos valores;

    • Maior transparência pública, com a publicação dos projetos apoiados, montantes repassados e resultados obtidos;

    • Revisão dos procedimentos internos, com aprimoramento dos sistemas de controle e gestão.

    Impacto para o setor produtivo

    A decisão do TCU traz efeitos diretos para empresas e produtores rurais que estejam envolvidos em processos de conversão de multas ambientais. Esse mecanismo, que permite trocar o pagamento da multa pela realização de projetos de recuperação ambiental ou serviços de interesse ambiental, poderá passar por regras mais rígidas e estruturadas.

    A medida busca, na prática, oferecer maior segurança jurídica para quem adere à conversão de multas, eliminando incertezas sobre critérios de aprovação e execução dos projetos. Ao mesmo tempo, empresas que aguardam aprovação ou tramitação desses processos devem estar preparadas para eventuais revisões, reanálises e exigências adicionais.

    Oportunidades e cuidados

    Com a nova diretriz, abre-se espaço para que empresas do setor produtivo participem de forma mais segura e previsível dos programas de conversão, direcionando investimentos para projetos de recuperação ambiental que também podem gerar ganhos reputacionais e de compliance.

    Por outro lado, é necessário redobrar atenção quanto à formalização dos acordos, à execução correta dos projetos ambientais vinculados às multas e ao acompanhamento rigoroso das obrigações assumidas.

    Conclusão

    O posicionamento do TCU representa um avanço na governança dos recursos ambientais e sinaliza que os órgãos de controle estão atentos à necessidade de transparência e eficiência na aplicação de multas ambientais. Para empresas e produtores, o cenário reforça a importância de atuar com assessoria jurídica especializada, garantindo que a gestão dos passivos ambientais ocorra de forma regular, segura e alinhada às melhores práticas de compliance.

    A Martins Zanchet Advocacia Ambiental acompanha de perto as mudanças regulatórias e oferece suporte completo na gestão de passivos ambientais, negociação de conversão de multas e regularização ambiental.

    Fonte: Poder360


    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • Ações Civis Públicas Ambientais: Como se Defender

    Ações Civis Públicas Ambientais: Como se Defender

    A Ação Civil Pública (ACP) é um dos instrumentos mais utilizados pelo Ministério Público e outras entidades para responsabilizar pessoas físicas e jurídicas por danos ambientais. Por seu potencial impacto, essa ação pode resultar em condenações milionárias, paralisação de atividades, recuperação compulsória de áreas degradadas e imposição de obrigações permanentes.

    Empresas e produtores rurais que atuam em áreas sensíveis, utilizam recursos naturais ou desenvolvem atividades com potencial poluidor estão especialmente sujeitos a esse tipo de ação, geralmente iniciada após Inquérito Civil ou autuação administrativa.

    Neste artigo, explicamos como funcionam as ACPs ambientais, os riscos envolvidos, como se preparar juridicamente e estruturar uma defesa eficaz para minimizar prejuízos e preservar a continuidade das operações.

    O que é a Ação Civil Pública Ambiental?

     

    Prevista na Lei nº 7.347/1985, a ACP protege direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos, como meio ambiente e patrimônio público, sendo respaldada também pela Constituição Federal (artigo 225) e pela Lei nº 6.938/1981.

    Podem propor a ACP:

    • Ministério Público (Estadual ou Federal);

    • Defensoria Pública;

    • Entidades da administração pública direta e indireta;

    • Organizações não governamentais ambientais com mais de um ano de existência legal.

    Quando a ACP ambiental é proposta?

    Normalmente, a ACP surge após:

    • Conclusão de Inquéritos Civis;

    • Descumprimento de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs);

    • Denúncias populares ou de ONGs;

    • Fiscalizações ambientais que constatam danos coletivos;

    • Autuações administrativas não resolvidas.

    Riscos para os réus

     

    Quem responde a uma ACP ambiental pode enfrentar:

    • Obrigação de recuperar integralmente áreas degradadas;

    • Pagamento de indenizações por danos materiais e morais coletivos;

    • Imposição de obrigações de fazer e não fazer, como suspensão de atividades poluentes;

    • Multas diárias pelo descumprimento das determinações;

    • Bloqueio de bens para garantir a reparação;

    • Responsabilização solidária de sócios, administradores e arrendatários.

    Como funciona o processo judicial?

    1. Propositura da ação pelo MP ou entidade legitimada;

    2. Pedido liminar, que pode suspender atividades ou impor obrigações imediatas;

    3. Citação dos réus para apresentar contestação;

    4. Produção de provas, incluindo perícias, laudos, testemunhas e documentos;

    5. Sentença com reconhecimento ou não do dano e definição das medidas;

    6. Execução judicial, com possibilidade de medidas coercitivas e bloqueio de bens.

    Estratégias de defesa em ACPs ambientais

    A defesa deve ser multidisciplinar e técnica, incluindo:

    • Análise detalhada da petição inicial para identificar vícios processuais;

    • Contraposição de laudos e perícias com estudos independentes;

    • Demonstração de medidas de mitigação e compensação já adotadas;

    • Negociação para firmar ou rever TACs;

    • Contestação da responsabilidade pessoal de sócios e administradores, quando cabível.

    A importância da prova técnica

    Em processos ambientais, a perícia é peça-chave. Ter uma prova técnica própria, produzida por profissionais qualificados, permite:

    • Reduzir a extensão do dano alegado;

    • Demonstrar medidas compensatórias realizadas;

    • Comprovar que o dano decorreu de terceiros ou causas naturais;

    • Questionar o nexo causal entre atividade e dano.

    Como evitar uma ACP ambiental?

     

    Para reduzir riscos, é essencial:

    • Cumprir rigorosamente condicionantes das licenças ambientais;

    • Implantar programas de compliance ambiental;

    • Manter documentação organizada e atualizada;

    • Atuar preventivamente em fiscalizações e autuações;

    • Firmar e cumprir TACs bem estruturados.

    O papel da assessoria jurídica especializada

    O Martins Zanchet Advocacia Ambiental oferece atuação estratégica na defesa em ACPs ambientais, com:

    • Defesa judicial em todas as instâncias;

    • Produção de provas técnicas independentes;

    • Articulação com peritos e técnicos ambientais;

    • Negociação com Ministério Público e órgãos ambientais;

    • Estratégias de proteção patrimonial e continuidade das operações.

    Conclusão

    A Ação Civil Pública Ambiental é uma ferramenta poderosa, que pode gerar impactos significativos para empresas e produtores rurais. Ignorar ou responder de forma genérica pode resultar em perdas expressivas. Com assessoria técnica e jurídica adequada, é possível enfrentar essas ações com estratégia e defesa sólida, protegendo o negócio e o patrimônio.

    Sua empresa ou propriedade está sendo alvo de ACP ambiental? Fale com a equipe do Martins Zanchet Advocacia Ambiental e conheça soluções jurídicas eficazes para sua defesa.


    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • Setor sucroalcooleiro na mira da nova lei ambiental paulista

    Setor sucroalcooleiro na mira da nova lei ambiental paulista

    Responsável por movimentar bilhões na economia nacional e ocupar posição de destaque no mercado mundial, o setor sucroalcooleiro brasileiro é uma das principais engrenagens do agronegócio. Em São Paulo, estado líder na produção de cana-de-açúcar, etanol e energia renovável, a cadeia produtiva enfrenta um novo e desafiador cenário regulatório.

    A Resolução Semil nº 018/2025, publicada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil), alterou dispositivos centrais da Resolução SIMA nº 05/2021. As mudanças endurecem significativamente a legislação ambiental aplicada à produção rural, em especial no que diz respeito ao uso do fogo, medidas de prevenção de incêndios, aplicação de sanções e restrições econômicas.

    A matéria publicada no blog da Senior Sistemas reforça que a integração entre tecnologia, conformidade regulatória e gestão estratégica é fundamental para manter a competitividade do setor. Neste novo cenário, isso passa diretamente pela adequação jurídica às normas ambientais mais severas.

    Neste artigo, analisamos tecnicamente as principais mudanças trazidas pela nova Resolução, seus impactos práticos para empresas da cadeia sucroenergética, os riscos de inação e o que é necessário fazer para garantir segurança jurídica, operacional e financeira.

    O Papel Estratégico da Cana-de-Açúcar e o Crescente Rigor Ambiental

    Segundo dados do setor, a produção de cana-de-açúcar no Brasil envolve mais de 300 unidades industriais, movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano e está diretamente ligada à transição energética, com destaque para a produção de etanol e bioenergia.

    Contudo, a operação no campo ainda exige a adoção de técnicas como a queima controlada da palha, principalmente em áreas de colheita mecanizada difícil ou em terrenos com acúmulo de matéria seca. E é justamente nessa prática que as autoridades ambientais vêm concentrando novas restrições e sanções, especialmente em períodos de seca e risco de incêndio.

    A Resolução Semil nº 018/2025 reconhece o potencial de prejuízo de incêndios mal controlados e exige das empresas do setor ações efetivas de prevenção, controle e responsabilização.

    O Que Muda Com a Resolução Semil nº 018/2025?

    A norma modifica e amplia o escopo de aplicação da Resolução SIMA nº 05/2021. As principais mudanças são:

    1. Introdução do Artigo 56-A

    Cria uma nova infração específica para o proprietário rural que deixar de implementar ações de prevenção e combate aos incêndios florestais. A multa pode variar de R$ 5 mil a R$ 10 milhões, mesmo sem a ocorrência de incêndio efetivo — ou seja, o descuido com a prevenção já gera penalidade.

    1. Aumento da Multa por Queima

    O artigo 56 foi alterado para prever penalidade de R$ 3.000 por hectare para quem provocar incêndio em área agrossilvipastoril. Mesmo com autorização, o rigor foi elevado, e há risco de autuação em caso de falha de controle.

    1. Sanções Restritivas Mais Severas

    O prazo máximo de sanções como suspensão de licenças, perda de incentivos fiscais, impossibilidade de contratação pública e bloqueio de acesso a crédito foi ampliado de 1 ou 3 anos para até 10 anos, impactando diretamente a viabilidade econômica da atividade.

    1. Regras Claras Sobre Embargos

    A nova norma resguarda áreas produtivas fora de APP, RL ou áreas especialmente protegidas do embargo automático. Isso significa que só poderá haver embargo em áreas produtivas se houver desmatamento ou queima sem autorização ambiental válida. Essa medida corrige distorções anteriores que geravam insegurança e prejuízo técnico à colheita de cana.

    1. Majoração de Penalidades por Reincidência

    Multas aplicadas podem ser dobradas em casos de reincidência ou agravantes — como destruição de espécies ameaçadas, uso de fogo em terras indígenas ou violação de áreas especialmente protegidas.

    Tabela Comparativa: SIMA nº 05/2021 x SEMIL nº 018/2025

    Dispositivo Antes (SIMA nº 05/2021) Depois (SEMIL nº 018/2025)
    Art. 56 – Uso de fogo sem autorização R$ 1.000/ha R$ 3.000/ha
    Art. 56-A – Falta de medidas preventivas contra incêndio R$ 5.000 a R$ 10.000.000
    Art. 59 – Agravantes Multa majorada em 50% Multa majorada ao dobro
    Art. 23 – Vigência das sanções Até 3 anos Até 10 anos
    Art. 74 – Descumprimento de embargo Até R$ 1.000.000 Até R$ 10.000.000
    Embargo fora de APP/RL Possível em mais casos Somente com queima/desmatamento não autorizado

    O Que Essas Mudanças Representam para o Setor Sucroalcooleiro?

    As alterações impõem uma mudança de postura na gestão ambiental rural. O foco da fiscalização agora inclui:

    • A prevenção ativa, com exigência de planos e práticas de contenção de incêndios
    • A responsabilização ampliada, com penalizações mesmo sem dano consumado
    • A revisão de condutas tradicionais, como o uso de queima na colheita, mesmo autorizada
    • A necessidade de comprovar regularidade técnica e documental da atividade

    Empresas do setor sucroenergético precisarão revisar processos internos, treinar equipes, atualizar sistemas de monitoramento e fortalecer sua governança jurídica e ambiental.

    Como Reduzir Riscos e Garantir Conformidade?

     

    A resposta passa por planejamento, gestão integrada e atuação jurídica especializada. Veja as recomendações práticas:

    • Auditoria ambiental preventiva: revise todas as autorizações, mapas de uso do solo e registros de queima.
    • Plano formal de prevenção de incêndios: documentado, executado e fiscalizável.
    • Cláusulas de responsabilidade ambiental em contratos de parceria ou fornecimento.
    • Treinamento jurídico-operacional de equipes técnicas e fiscais.
    • Assessoria jurídica especializada para autuações, defesas e processos administrativos.

    Conclusão

    A Resolução Semil nº 018/2025 representa um novo marco para a governança ambiental no setor sucroalcooleiro paulista. O aumento do rigor legal, das penalidades e da responsabilidade do produtor e das empresas exige ação imediata e estratégica.

    Ignorar essas mudanças pode significar multas milionárias, perda de crédito, embargos à produção e risco reputacional severo. Por outro lado, adequar-se rapidamente garante vantagem competitiva e proteção jurídica.

    A Martins Zanchet Advocacia Ambiental oferece suporte técnico e jurídico completo, com foco em:

    • Regularização ambiental e revisão documental
    • Defesa em processos administrativos ambientais
    • Elaboração de planos de conformidade preventiva
    • Estratégias para desbloqueio de embargos
    • Atuação especializada no setor agroindustrial e sucroenergético

    Fale com nossa equipe e agende uma análise jurídica personalizada.

    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • STJ Reafirma Competência do IBAMA para Multas Ambientais

    STJ Reafirma Competência do IBAMA para Multas Ambientais

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou, em recente decisão, que o IBAMA possui autoridade para fiscalizar e aplicar multas ambientais, independentemente da existência de licenças emitidas por órgãos estaduais ou municipais. O caso envolveu a aplicação de multa pelo IBAMA ao Sindicato dos Fiscais Tributários de Mato Grosso do Sul, referente à construção de um imóvel em área de preservação permanente sem a devida autorização ambiental.

    Licenciamento Ambiental Não Impede Fiscalização do IBAMA

    O sindicato argumentou que o imóvel foi construído em 1994, antes da regulamentação específica sobre áreas de conservação, e que possuía alvará de funcionamento desde 1997, concedido por autoridade municipal. No entanto, o STJ rejeitou esse argumento, reafirmando que o IBAMA tem competência para atuar supletivamente em infrações ambientais, mesmo quando há licenciamento por órgãos estaduais ou municipais.

    A decisão seguiu a jurisprudência consolidada pelo STF e pela própria Lei Complementar 140/2011, que define as responsabilidades dos entes federativos na gestão ambiental. Segundo o STJ, licenciar e fiscalizar são funções distintas, e a existência de uma licença não impede que o IBAMA exerça seu poder de polícia ambiental.

    Atuação Supletiva do IBAMA e a Legalidade da Multa Ambiental

    O relator do caso, ministro Sérgio Kukina, destacou que a atuação do IBAMA não anula a competência dos órgãos estaduais ou municipais, mas sim funciona como ação supletiva quando há falhas na fiscalização local. Esse entendimento está alinhado com a decisão do STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) 4.757, que estabelece que a prevalência de uma sanção aplicada por órgão local não exclui a possibilidade de atuação federal, caso se constate omissão ou insuficiência na fiscalização.

    Além disso, a Súmula 613 do STJ foi citada no julgamento, reforçando que não há direito adquirido à manutenção de situações prejudiciais ao meio ambiente. Dessa forma, o fato de a construção ter ocorrido antes de uma legislação específica não impede que sejam aplicadas sanções administrativas caso se constate dano ambiental.

    Impactos da Decisão para Empresas e Proprietários Rurais

    Essa decisão do STJ tem implicações diretas para empresas, empreendimentos imobiliários, produtores rurais e indústrias, pois:

    • Reforça o poder fiscalizatório do IBAMA, que pode atuar mesmo em áreas licenciadas por estados e municípios.
    • Exige atenção redobrada ao cumprimento da legislação ambiental, já que a obtenção de uma licença não isenta de autuações federais.
    • Confirma que o licenciamento não autoriza práticas que possam causar danos ambientais, sendo necessária a fiscalização contínua das atividades.
    • Demonstra a necessidade de compliance ambiental, com auditorias internas para garantir que as normas ambientais estão sendo cumpridas em todas as esferas.

    O Papel do Martins Zanchet Advocacia Ambiental

    O Martins Zanchet Advocacia Ambiental atua para garantir que empresas e proprietários rurais estejam em conformidade com a legislação ambiental, minimizando riscos de autuações e sanções. Nossa equipe está preparada para oferecer:

    • Assessoria preventiva para compliance ambiental, evitando infrações que possam resultar em multas e embargos.
    • Defesa administrativa e judicial contra autuações do IBAMA e outros órgãos ambientais.
    • Consultoria estratégica sobre licenciamento e fiscalização, garantindo segurança jurídica nas operações.
    • Negociação de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) e outros instrumentos para regularização ambiental.

    Conclusão

    A decisão do STJ reforça a necessidade de uma gestão ambiental eficiente, independentemente do porte ou setor da atividade produtiva. O entendimento consolidado pelo tribunal reafirma que a competência fiscalizatória do IBAMA não pode ser afastada apenas pela existência de uma licença estadual ou municipal, exigindo rigor na adequação ambiental de empreendimentos e propriedades rurais.

    Com as crescentes fiscalizações ambientais, estar preparado para atender às normas federais, estaduais e municipais é essencial para evitar penalidades e assegurar a continuidade das atividades econômicas. O Martins Zanchet Advocacia Ambiental está pronto para oferecer assessoria especializada, garantindo segurança jurídica e sustentabilidade para o seu negócio.

    Fonte: Migalhas – STJ mantém multa e reafirma que licença não impede atuação do IBAMA.


    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • Ibama institui Programa de Conversão de Multas Ambientais para 2025

    Ibama institui Programa de Conversão de Multas Ambientais para 2025

    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lançou o Programa de Conversão de Multas Ambientais 2025, visando transformar penalidades financeiras em ações concretas de preservação e recuperação ambiental. Essa iniciativa busca não apenas punir infrações, mas também promover a reparação efetiva dos danos causados ao meio ambiente.​

    Objetivos do Programa

     

    O programa tem como principais metas:​

    • Efetivar a aplicação de recursos oriundos de multas administrativas: Garantir que os valores sejam direcionados a serviços ambientais que contribuam para a melhoria e recuperação da qualidade ambiental.​
    • Promover a prevenção de danos ambientais: Implementar ações que evitem a ocorrência de novas infrações e degradações ambientais.​
    • Alinhar-se aos objetivos estratégicos do Governo Federal: Assegurar que as ações estejam em consonância com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil em relação à sustentabilidade e conservação ambiental.​ibama.gov.br+1ibama.gov.br+1

    Modalidades de Conversão

    O programa oferece duas formas de conversão das multas:​

    1. Conversão Direta: O autuado, utilizando recursos próprios, executa projetos de preservação, melhoria e recuperação ambiental, conforme diretrizes estabelecidas pelo Ibama.
    2. Conversão Indireta: O autuado adere a projetos apresentados por terceiros, selecionados pelo Ibama, que serão responsáveis pela execução das ações ambientais.​

    Essa flexibilidade permite que os infratores escolham a modalidade que melhor se adequa às suas condições, incentivando a participação ativa na recuperação ambiental.​

    Procedimentos e Diretrizes

     

    Para assegurar a eficácia do programa, foram estabelecidas diretrizes específicas:​

    • Urgência e relevância ambiental: Priorizar ações que tenham impacto significativo e imediato na conservação ambiental
    • Transparência e eficiência: Garantir que os processos sejam conduzidos de forma clara e com a máxima eficiência possível.​
    • Monitoramento contínuo: Acompanhar de perto a execução dos projetos para assegurar o cumprimento dos objetivos estabelecidos.​

    Essas diretrizes estão detalhadas na Portaria Ibama nº 176, de 19 de dezembro de 2024, que estabelece as bases para o planejamento e execução das ações vinculadas à Diretoria de Biodiversidade e Florestas para o ano de 2025. 

    Benefícios para o Setor Produtivo

    A implementação do Programa de Conversão de Multas Ambientais traz vantagens significativas para o setor produtivo:​

    • Redução de passivos ambientais: Empresas podem mitigar os impactos de infrações ambientais ao direcionar recursos para projetos de recuperação.​
    • Melhoria da imagem corporativa: Participar de ações de conservação ambiental reforça o compromisso das empresas com a sustentabilidade, melhorando sua reputação no mercado.​
    • Incentivos fiscais e financeiros: A adesão ao programa pode resultar em benefícios fiscais e acesso a linhas de crédito voltadas para práticas sustentáveis.​

    O Papel do Martins Zanchet Advocacia Ambiental

    O Martins Zanchet Advocacia Ambiental está preparado para auxiliar empresas e indivíduos na adesão ao Programa de Conversão de Multas Ambientais, oferecendo serviços como:​

    • Consultoria jurídica especializada: Orientação sobre os procedimentos legais para a conversão de multas e elaboração de projetos ambientais.​
    • Elaboração e gestão de projetos: Desenvolvimento de iniciativas alinhadas às diretrizes do Ibama, garantindo sua aprovação e execução eficaz.​
    • Representação legal: Atuação junto aos órgãos ambientais para defender os interesses dos clientes e assegurar o cumprimento das obrigações legais.​

    Nossa equipe está comprometida em promover soluções que conciliem o desenvolvimento econômico com a conservação ambiental, contribuindo para um futuro mais sustentável.​

    Fonte: Portaria Ibama nº 176, de 19 de dezembro de 2024


    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • Como me Defender em um Inquérito Policial Ambiental?

    Como me Defender em um Inquérito Policial Ambiental?

    Ser investigado por um crime ambiental pode trazer impactos significativos para empresas, produtores rurais e gestores. O Inquérito Policial Ambiental é o procedimento instaurado pela autoridade policial para apurar possíveis infrações penais ambientais, podendo resultar no oferecimento de denúncia pelo Ministério Público e no início de uma ação penal.

    No entanto, nem toda investigação resulta em um processo criminal. Com um acompanhamento jurídico adequado desde o início, é possível esclarecer os fatos, evitar acusações indevidas e, muitas vezes, impedir que o caso avance para a Justiça.

    Neste artigo, explicamos como funciona o Inquérito Policial Ambiental, quais são os riscos envolvidos e como uma defesa técnica pode garantir a melhor proteção para empresas e gestores investigados.

    O Que é o Inquérito Policial Ambiental e Como Ele Funciona?

    O Inquérito Policial Ambiental é um procedimento investigativo conduzido pela Polícia Civil ou Polícia Federal, dependendo da competência do caso. Ele tem o objetivo de reunir provas sobre a suposta prática de um crime ambiental, ouvindo testemunhas, analisando documentos e coletando outras evidências que possam fundamentar ou não uma denúncia criminal.

    Esse tipo de inquérito pode ser instaurado a partir de diferentes situações, como:

    • Fiscalizações Ambientais: Quando um órgão fiscalizador, como o IBAMA ou a Polícia Ambiental, identifica uma possível infração penal e comunica à autoridade policial.
    • Denúncias de Terceiros: Queixas de moradores, ONGs e ativistas ambientais podem levar à abertura de investigações.
    • Ações do Ministério Público: O MP pode requisitar a instauração de inquérito quando há indícios de crime ambiental.

    Ao longo do inquérito, o investigado pode ser chamado para prestar depoimento e apresentar documentos. Caso a autoridade policial entenda que há elementos suficientes para configurar um crime ambiental, o caso é encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se oferece ou não uma denúncia à Justiça.

    Principais Crimes Ambientais Investigados em Inquéritos Policiais:

    • Desmatamento e exploração ilegal de recursos naturais sem a devida autorização.
    • Poluição hídrica, atmosférica ou do solo por lançamento de resíduos sem tratamento adequado.
    • Atividades sem Licenciamento Ambiental, configurando crime previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998).
    • Maus-tratos a animais silvestres ou exóticos, incluindo tráfico de fauna.
    • Descumprimento de embargos ambientais, resultando em agravo da penalidade.

    O inquérito não é, por si só, uma condenação, mas uma fase investigativa onde a defesa deve ser bem estruturada para evitar que o caso avance para uma ação penal.

    Quais São os Riscos de um Inquérito Policial Ambiental?

    O envolvimento em um inquérito criminal ambiental pode gerar sérias consequências para empresas e indivíduos investigados. Entre os principais riscos estão:

    1. Possibilidade de Processo Criminal e Penalidades Severas
      Caso o Ministério Público entenda que há provas suficientes de um crime ambiental, poderá oferecer denúncia e iniciar um processo penal. As sanções podem variar de multas altas a penas de reclusão, além de medidas como suspensão de atividades e bloqueio de bens.
    2. Prejuízos à Reputação da Empresa e dos Gestores
      A simples instauração de um inquérito pode gerar impactos negativos na imagem da empresa e de seus gestores, principalmente em setores regulados e que exigem conformidade ambiental. Investidores, parceiros comerciais e clientes podem questionar a credibilidade da organização.
    3. Impactos Financeiros e Administrativos
      Além das multas e sanções, um inquérito pode gerar custos elevados com auditorias, perícias técnicas e ações corretivas para minimizar os impactos ambientais da infração investigada.
    4. Responsabilidade Penal dos Gestores
      No Direito Penal Ambiental, a responsabilidade pode recair sobre administradores, diretores e representantes legais da empresa, dependendo da conduta e da organização da gestão ambiental da atividade.

    Diante desses riscos, o acompanhamento jurídico especializado é indispensável desde o início da investigação, garantindo que todas as manifestações no inquérito sejam bem conduzidas e estratégicas.

    Como Atuamos no Acompanhamento de Inquéritos Policiais Ambientais?

    O acompanhamento adequado durante um Inquérito Policial Ambiental pode fazer toda a diferença para evitar consequências prejudiciais ao investigado. A Martins Zanchet Advocacia Ambiental oferece uma atuação estratégica, garantindo a melhor defesa para empresas e gestores.

    Nosso trabalho inclui:

    ✔️ Acompanhamento em Depoimentos e Oitivas: Garantimos que todas as declarações sejam prestadas de forma estratégica, evitando informações que possam ser interpretadas contra o cliente.

    ✔️ Análise Técnica dos Autos do Inquérito: Examinamos todos os documentos e provas apresentadas para identificar falhas e inconsistências no processo investigativo.

    ✔️ Requisição de Diligências Complementares: Quando necessário, solicitamos a produção de novas provas e relatórios técnicos que favoreçam a defesa do cliente.

    ✔️ Elaboração de Memoriais e Petições Personalizadas: Construímos defesas jurídicas robustas para contestar as acusações e demonstrar a inexistência de ilícito penal.

    ✔️ Atuação Preventiva para Evitar o Oferecimento de Denúncia: Buscamos demonstrar a regularidade da atividade desenvolvida e esclarecer equívocos interpretativos antes que o caso seja levado à Justiça.

    Nosso foco é garantir que todas as oportunidades de defesa sejam aproveitadas, protegendo os interesses do cliente e evitando que um inquérito injusto resulte em ações penais desnecessárias.

    Por Que Contar com o Escritório Martins Zanchet?

    A Martins Zanchet Advocacia Ambiental é referência em Direito Penal Ambiental e oferece um suporte altamente estratégico para empresas e gestores que enfrentam investigações criminais.

    Diferenciais do nosso trabalho:

    • Atuação Especializada: Profundo conhecimento em Direito Ambiental e Penal, garantindo defesas técnicas eficientes.
    • Experiência Comprovada: Anos de atuação na defesa de empresas e gestores em investigações ambientais complexas.
    • Estratégia Personalizada: Cada caso é tratado de forma individualizada, considerando as especificidades da atividade e as melhores soluções para evitar penalidades.
    • Prevenção e Mitigação de Riscos: Além da defesa em inquéritos policiais, ajudamos empresas a implementar medidas preventivas para evitar futuros problemas com órgãos fiscalizadores.

    Se sua empresa ou propriedade rural está sendo investigada em um Inquérito Policial Ambiental, não espere o caso evoluir para uma denúncia criminal.

    📞 Entre em contato agora e proteja-se com uma defesa especializada!

    Conclusão

    O Inquérito Policial Ambiental pode representar riscos significativos para empresas e gestores, tornando essencial a atuação de uma defesa técnica desde o início da investigação. Com um acompanhamento jurídico adequado, é possível evitar o avanço do inquérito para um processo penal e minimizar os impactos para o investigado.

    Se você ou sua empresa está sendo alvo de uma investigação ambiental, não corra riscos desnecessários. Fale com nossa equipe especializada e garanta a melhor estratégia de defesa.


    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!

  • Governador Celso Ramos intensifica fiscalização e multa mais de R$ 1 milhão por irregularidades no esgoto.

    Governador Celso Ramos intensifica fiscalização e multa mais de R$ 1 milhão por irregularidades no esgoto.

    O município de Governador Celso Ramos, em Santa Catarina, tem intensificado as ações de fiscalização contra imóveis que apresentam irregularidades nos sistemas de esgoto, visando proteger a balneabilidade de suas praias e a saúde pública. Desde 6 de janeiro de 2025, equipes da Vigilância Sanitária, em parceria com a Fundação do Meio Ambiente de Governador Celso Ramos (Famgov), o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) e a Secretaria de Obras e Infraestrutura, estão inspecionando imóveis para identificar problemas nos sistemas de tratamento e descarte de esgoto.

    Resultados da fiscalização

    Até o momento, foi feita a fiscalização em 13 ruas e avenidas, totalizando 147 imóveis, sendo metade residências e metade prédios. Dessas inspeções, resultaram 50 notificações emitidas pela Vigilância Sanitária para limpeza de sistemas de esgoto e mais de dez autuações ambientais pela Famgov, acumulando mais de R$ 1 milhão em multas. Atualmente, a cada dez imóveis fiscalizados, seis apresentam irregularidades, enquanto apenas 17% não receberam nenhuma notificação.

    As principais irregularidades encontradas incluem estações de tratamento de esgoto de residências multifamiliares completamente desligadas e sistemas como fossa, filtro e sumidouro sem manutenção adequada, próximos de transbordar. De acordo com a fiscalização da Vigilância Sanitária, o fiscal Guilherme Brzoskowski, “as estações dos condomínios têm autorização para, após o tratamento, liberar na rede pluvial, que chega ao mar. Se estão desligadas, o que ocorre é basicamente jogar esgoto in natura para a rede pluvial, que vai para o mar”.

    Impactos ambientais da não fiscalização e na saúde pública

     

    Essas irregularidades comprometem a balneabilidade das praias e representam riscos significativos à saúde pública, pois o esgoto não tratado lançado no mar pode contaminar os banhistas. A fiscalização é intensificada durante o verão devido ao aumento populacional no período, o que eleva o fluxo de esgoto e facilita a detecção de problemas. No inverno, a menor presença de moradores dificulta as inspeções.

    Medidas adicionais na fiscalização

    Em resposta aos problemas de balneabilidade, especialmente na praia de Palmas, a prefeitura planeja complementar o trabalho do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA-SC). A proposta é realizar uma licitação para contratar medições próprias de balneabilidade, aumentando os pontos de coleta de 16 para 32 em toda a cidade e de três para sete em Palmas. O presidente da Famgov, Josué Ocker da Silva, destacou que, com o início da temporada de verão, Palmas perdeu a condição de balneabilidade, o que intensificou as fiscalizações. Foram identificados lançamentos irregulares e estações de tratamento de esgoto de condomínios que não estavam operando adequadamente, lançando efluentes não tratados na rede pluvial.

    O papel do Martins Zanchet Advocacia Ambiental

    Diante desse cenário, o Martins Zanchet Advocacia Ambiental está à disposição para auxiliar proprietários e administradores de imóveis em Governador Celso Ramos a se adequarem às normas ambientais vigentes. Oferecemos serviços de consultoria para regularização de sistemas de esgoto, orientação sobre melhores práticas ambientais e representação legal em casos de autuações, visando garantir a conformidade legal e a preservação do meio ambiente.

    Conclusão

    As ações de fiscalização em Governador Celso Ramos evidenciam a importância da manutenção adequada dos sistemas de esgoto para a preservação ambiental e a saúde pública. A conformidade com as normas ambientais é essencial para garantir a qualidade das praias e o bem-estar da população. O Martins Zanchet Advocacia Ambiental está comprometido em apoiar a comunidade na implementação de práticas sustentáveis e no cumprimento da legislação ambiental.

    Fonte: ND Mais – Multas por irregularidades em esgotos passam de R$ 1 milhão em Governador Celso Ramos.


    Whatsapp      Instagram    Youtube

    LinkedIn    Facebook

    Agende uma Reunião e veja como podemos ajudar

    [us_vwrapper][us_btn align=”center” label=”Agende sua reunião” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fmartinsezanchet.com.br%2Fcontato%2F%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D” style=”1″ css=”%7B%22default%22%3A%7B%22animation-name%22%3A%22afc%22%7D%7D”][/us_vwrapper]


    Veja também!

    Posso construir em Áreas de Preservação Permanente – APP?

    Assista ao Nosso Podcast!

    Ou acesse diretamente pelo nosso canal do YouTube clicando AQUI!