Tag: compliance rural

  • CMN ajusta regras sobre impedimentos socioambientais e climáticos para concessão de crédito rural

    CMN ajusta regras sobre impedimentos socioambientais e climáticos para concessão de crédito rural

    O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou alterações nas normas que tratam dos impedimentos sociais, ambientais e climáticos para acesso ao crédito rural. As mudanças atualizam critérios utilizados pelas instituições financeiras na análise das operações e integram o processo de concessão de crédito à gestão de riscos regulatórios e socioambientais.

    As regras definem situações que podem restringir ou impedir a contratação de financiamentos rurais, considerando aspectos relacionados à regularidade da atividade produtiva e ao cumprimento das exigências legais aplicáveis. O objetivo é aprimorar os mecanismos de avaliação de risco e proporcionar maior uniformidade na aplicação dos critérios pelas instituições financeiras.

    As alterações também refletem a crescente integração entre política de crédito e mecanismos de controle regulatório, tornando a conformidade documental e cadastral um fator cada vez mais relevante para produtores e empresas do setor agropecuário.

    Crédito rural e gestão de risco regulatório

    O acesso ao crédito deixou de depender exclusivamente da capacidade econômica do tomador e passou a incorporar requisitos relacionados à regularidade jurídica e operacional da atividade. Nesse contexto, informações cadastrais, registros oficiais e eventuais restrições ambientais ou fundiárias podem influenciar diretamente a aprovação das operações financeiras.

    A atualização das normas reforça a tendência de utilização do sistema de crédito como instrumento de gestão de riscos, ampliando a relevância da conformidade regulatória para a obtenção de financiamento.

    Impactos para produtores e empresas do agronegócio

    As novas regras exigem atenção redobrada de produtores rurais, cooperativas e empresas do agronegócio quanto à manutenção da regularidade de suas operações e registros. Pendências administrativas, inconsistências cadastrais ou restrições identificadas pelos mecanismos de controle podem afetar a elegibilidade para determinadas linhas de crédito.

    Em um cenário de crescente exigência por segurança jurídica e previsibilidade nas operações financeiras, a adequação às normas regulatórias passa a desempenhar papel estratégico na viabilidade de investimentos e na expansão das atividades produtivas.

    Conclusão

    Os ajustes promovidos pelo CMN reforçam a integração entre concessão de crédito e avaliação de riscos socioambientais e climáticos. A medida amplia a importância da conformidade regulatória no acesso a financiamentos rurais e evidencia a tendência de fortalecimento dos mecanismos de controle aplicáveis ao setor agropecuário.

    Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA / Conselho Monetário Nacional (CMN)


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  • Produtores enfrentam impasses operacionais e jurídicos para acesso aos recursos do Plano Safra

    Produtores enfrentam impasses operacionais e jurídicos para acesso aos recursos do Plano Safra

    Apesar do anúncio de cifras bilionárias e do discurso de apoio ao setor agropecuário, o acesso aos recursos do Plano Safra 2024/2025 tem sido marcado por entraves práticos, burocráticos e operacionais, comprometendo a previsibilidade financeira de milhares de produtores rurais.

    Em entrevista recente, o ex-presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Amauri Ribeiro (UB), afirmou que, na prática, os valores prometidos pelo governo federal não estão chegando ao campo. Segundo ele, o recurso “não existe” em termos de disponibilidade real. Muitos produtores encontram dificuldade em acessar as linhas de crédito anunciadas, seja por falta de liberação de recursos pelas instituições financeiras, seja por exigências técnicas e ambientais complexas, muitas vezes mal esclarecidas.

    Esse cenário cria um paradoxo: o crédito está formalmente anunciado, mas não é operacionalizado com a eficiência necessária, impactando o planejamento da safra, a aquisição de insumos e a modernização da produção.

    Além disso, produtores têm enfrentado condicionantes ambientais cada vez mais exigentes para obtenção de financiamentos, como a necessidade de regularização do CAR, cumprimento de obrigações do PRA e demonstração de conformidade legal e ambiental da propriedade. Tais exigências, embora importantes do ponto de vista da sustentabilidade e da rastreabilidade, carecem de clareza e uniformidade, especialmente em estados com estrutura administrativa insuficiente.

    Essa combinação de desorganização financeira e insegurança jurídica não apenas limita o crescimento da atividade rural, como também cria um ambiente de risco institucional, em que o produtor é responsabilizado por entraves que estão além de sua governabilidade direta.

     

    Nesse contexto, o suporte jurídico especializado torna-se decisivo. A análise documental, a interlocução com agentes financeiros e a preparação técnica para cumprimento de exigências ambientais e fundiárias são ferramentas estratégicas para garantir acesso aos recursos e evitar passivos legais no futuro.

    Na Martins Zanchet Advocacia Ambiental, atuamos na intersecção entre a realidade produtiva do campo e as exigências legais impostas pelas instituições financeiras e órgãos ambientais. Nossos clientes contam com assessoria preventiva e reativa, com foco em resultados sustentáveis, seguros e alinhados às diretrizes do mercado.

    Com a devida orientação, é possível transformar os obstáculos do Plano Safra em oportunidades de valorização do imóvel rural e de blindagem jurídica da atividade produtiva.

    Fonte: Jornal Opção – “Dinheiro do Plano Safra não apareceu para os produtores: ‘Na prática, ele não existe’” (26 set. 2025).

     

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  • Regularização de Propriedades Rurais: Riscos e Como Evitá-los

    Regularização de Propriedades Rurais: Riscos e Como Evitá-los

    A regularização ambiental de propriedades rurais deixou de ser uma formalidade jurídica e passou a ser um fator decisivo de permanência no mercado. O cerco ambiental está se fechando: sistemas de fiscalização digitalizados, cruzamento de dados geoespaciais, endurecimento das regras de crédito e pressão de compradores internacionais tornaram o cumprimento da legislação ambiental uma exigência inegociável.

    Manter uma propriedade irregular em 2025 pode resultar em embargos imediatos, multas milionárias, bloqueio de crédito rural e até responsabilidade penal do proprietário. Muitos produtores ainda acreditam que basta o Cadastro Ambiental Rural (CAR) para estar em dia com a legislação. Isso é um erro. O CAR é apenas o começo. É preciso corrigir passivos, aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) quando necessário e comprovar a execução das obrigações legais.

    Este artigo explica, de forma objetiva e técnica, como funciona a regularização ambiental rural, quais os principais passivos encontrados, os riscos da irregularidade e como um planejamento jurídico e técnico bem feito pode blindar sua propriedade contra sanções.

     

    O Que é a Regularização Ambiental Rural?

    Regularizar ambientalmente uma propriedade rural significa ajustá-la às exigências das leis ambientais brasileiras, especialmente o Código Florestal (Lei nº 12.651/2012). Esse processo envolve:

    • Identificar passivos ambientais (como desmatamentos irregulares ou ausência de licenças);
    • Corrigir esses passivos com ações concretas (como recomposição de vegetação nativa ou obtenção de outorgas);
    • Formalizar o uso do solo conforme a legislação;
    • Ingressar em programas de regularização e monitoramento junto aos órgãos ambientais.

    Os principais elementos da regularização são:

    • Inscrição e análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR);
    • Manutenção e recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal (RL);
    • Adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), quando necessário;
    • Obtenção de licenças e outorgas para atividades potencialmente poluidoras ou de uso intensivo de recursos naturais;
    • Cumprimento de condicionantes e monitoramento contínuo.

     

    Por Que a Regularização é Urgente em 2025?

    A pressão regulatória sobre o setor agropecuário está no auge. A legislação está mais rígida, e os sistemas de fiscalização, mais inteligentes. A partir de 2026, a Resolução CMN nº 5.193/2024 torna obrigatória a comprovação da regularidade ambiental para concessão de crédito rural. Isso inclui:

    • Estar com o CAR analisado;
    • Não possuir áreas embargadas;
    • Ter um plano de regularização em andamento quando houver passivos.

    Além disso, os órgãos ambientais estão utilizando tecnologias como satélites do sistema PRODES e DETER, além de bancos de dados integrados com o Ibama, para fiscalizar desmatamentos ilegais em tempo real.

    Consequências da irregularidade:

    • Bloqueio imediato de crédito rural (PRONAF, PRONAMP, FCO, entre outros);
    • Multas ambientais superiores a R$ 10 milhões;
    • Embargos de áreas produtivas;
    • Suspensão de certificações e exportações;
    • Responsabilidade civil e penal do proprietário e gestores.

     

    O Papel do CAR e do PRA

    Cadastro Ambiental Rural (CAR)

    O CAR é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais. Ele reúne informações georreferenciadas sobre:

    • Delimitação do imóvel;
    • Áreas de APP, RL e uso consolidado;
    • Remanescentes de vegetação nativa;
    • Áreas com passivos ambientais.

    Programa de Regularização Ambiental (PRA)

    Quando o CAR aponta passivos (ex: desmatamento de APP após 22/07/2008), o produtor pode aderir ao PRA, assinando um Termo de Compromisso com o órgão ambiental. Isso suspende sanções enquanto o plano de recuperação estiver em execução.

    O PRA exige:

    • Um plano técnico de recuperação (PRADA ou PRAD);
    • Cronograma de execução com metas;
    • Relatórios periódicos de monitoramento.

     

    Quais São os Principais Passivos Ambientais?

    As irregularidades mais comuns encontradas nas propriedades rurais brasileiras incluem:

    • Desmatamento não autorizado em APPs ou RLs após julho de 2008;
    • Supressão de vegetação nativa sem licença válida;
    • Captação de água sem outorga do uso;
    • Uso de fogo para manejo sem autorização;
    • Atividades produtivas em áreas embargadas;
    • Instalação de infraestrutura sem licenciamento (aviários, currais, barragens, pivôs etc.);
    • Inexistência de plano de recuperação ambiental ou descumprimento de condicionantes.

     

    Como Funciona o Processo de Regularização?

    1. Diagnóstico Ambiental da Propriedade:
      • Levantamento técnico e jurídico da situação atual com base no CAR e imagens de satélite;
    2. Análise de Conformidade:
      • Comparação da realidade com o que exige a legislação ambiental;
    3. Adesão ao PRA (se aplicável):
      • Elaboração de plano de regularização e assinatura de termo com o órgão ambiental;
    4. Implantação das Medidas Corretivas:
      • Recuperação de vegetação, cercamento de áreas, controle de erosão, obtenção de licenças;
    5. Acompanhamento e Monitoramento:
      • Relatórios periódicos, geolocalização, imagens de drones, vistorias técnicas.

     

    Benefícios da Regularização Ambiental

     
    • Evita autuações e multas elevadas;
    • Reativa o acesso a crédito rural e programas governamentais;
    • Permite liberar áreas embargadas para produção;
    • Melhora a imagem da propriedade perante compradores e certificadoras;
    • Reduz o risco de ações judiciais ambientais;
    • Agrega valor à propriedade e facilita processos de venda ou arrendamento.

     

    O Que Muda com o Crédito Rural a Partir de 2026?

    A partir de 1º de janeiro de 2026, os produtores rurais precisarão comprovar a regularidade ambiental da propriedade para obter crédito em instituições financeiras públicas. Isso inclui:

    • CAR com análise concluída;
    • Ausência de embargos ambientais ativos;
    • Adesão ao PRA com plano de execução em andamento.

    Essa exigência vale para todas as linhas de crédito vinculadas ao Tesouro Nacional, como:

    • PRONAF (agricultura familiar);
    • PRONAMP (médios produtores);
    • FCO e outras linhas operadas pelo Banco do Brasil, BNDES e bancos estaduais.

     

    Como um Escritório Especializado Pode Ajudar?

    Contar com uma assessoria técnico-jurídica especializada faz toda a diferença para garantir conformidade, evitar sanções e acelerar o processo de regularização.

    Um escritório especializado pode:

    • Realizar análise técnica e legal da propriedade;
    • Elaborar projetos de regularização com embasamento jurídico e técnico;
    • Representar o produtor perante os órgãos ambientais;
    • Negociar termos de compromisso e cronogramas realistas;
    • Evitar ou reverter embargos e autuações administrativas;
    • Emitir pareceres e laudos com validade para crédito rural e certificações.

     

    Conclusão

    A regularização ambiental não é mais uma escolha. É uma condição de permanência na atividade rural e de acesso ao crédito e aos mercados. Ignorar essa realidade é correr o risco de sanções pesadas, bloqueios financeiros e perda de competitividade.

    Antecipe-se. Transforme uma obrigação em um diferencial estratégico. Regularize sua propriedade agora e garanta segurança jurídica, financeira e ambiental para o futuro do seu negócio.

     

    Entre em contato com a Martins Zanchet Advocacia Ambiental e receba uma avaliação jurídico-ambiental completa da sua propriedade. Atuamos em todo o Brasil com soluções personalizadas para garantir sua conformidade e proteger seu patrimônio.


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  • Licenciamento Rural 2025: O Que Mudou e Como se Adequar

    Licenciamento Rural 2025: O Que Mudou e Como se Adequar

    O licenciamento ambiental é um instrumento essencial da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/1981), estabelecendo as condições legais e técnicas para que atividades que utilizam recursos naturais ou possam causar impactos ambientais operem de forma regular. No setor rural, é obrigatório para diversas atividades, como agricultura, pecuária intensiva, silvicultura, irrigação, construção de barragens, extração mineral e uso de defensivos.

    Com a aprovação da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 2.159/2021) em 2025, o processo de licenciamento passou por atualizações significativas. As mudanças visam harmonizar procedimentos em todo o território nacional, promover maior eficiência nos processos e garantir segurança jurídica aos empreendimentos, sem comprometer o controle ambiental.

    Este artigo detalha as principais alterações na legislação de licenciamento ambiental, os impactos para o produtor rural e orientações práticas para operar de forma legal, evitando sanções e embargos.

    O que é o licenciamento ambiental e por que ele é obrigatório?

    O licenciamento ambiental é o processo pelo qual o órgão ambiental competente autoriza a instalação, ampliação ou operação de atividades que utilizam recursos naturais ou possam causar degradação ambiental. Ele se baseia na avaliação prévia dos impactos ambientais e pode ser emitido em etapas:

    • Licença Prévia (LP): Avalia a viabilidade ambiental do projeto e aprova sua localização.
    • Licença de Instalação (LI): Autoriza a instalação do empreendimento conforme as especificações aprovadas.
    • Licença de Operação (LO): Autoriza o início das atividades após a verificação do cumprimento das exigências anteriores.

    O objetivo é garantir que o empreendimento adote medidas para evitar, minimizar, mitigar ou compensar os impactos ambientais antes de funcionar plenamente. No setor rural, o licenciamento é também uma exigência para obtenção de crédito, certificações e comercialização com grandes empresas.

    Quais foram as mudanças com a legislação de 2025?

    A nova legislação trouxe avanços importantes para uniformizar o procedimento de licenciamento em todo o país. Entre os principais pontos:

    • Criação da Licença por Adesão e Compromisso (LAC): Para atividades de baixo impacto ambiental, como agricultura de baixo carbono ou pastagens rotacionadas, será possível realizar um licenciamento simplificado com compromisso formal do empreendedor. A LAC permite que o responsável pela atividade declare, por conta própria, que cumprirá todas as regras ambientais, obtendo a licença automaticamente, sem que o órgão ambiental precise avaliar tecnicamente o caso antes .
    • Procedimentos padronizados em todo o território nacional: Estados e municípios devem seguir diretrizes federais, com redução de burocracia e digitalização do processo.
    • Maior clareza sobre o conceito de impacto ambiental: Atividades passaram a ser classificadas com base em critérios técnicos mais objetivos, o que evita distorções e exigências desproporcionais.
    • Validade ampliada das licenças: A Licença de Operação agora pode ter validade de até 15 anos, com previsão de monitoramento periódico.
    • Obrigatoriedade de sistema digital nacional: Os processos devem tramitar em plataformas digitais integradas, aumentando a transparência e reduzindo o tempo de análise.

    Quem precisa de licenciamento ambiental no meio rural?

    Mesmo atividades tradicionalmente associadas ao campo exigem licenciamento, dependendo do porte, localização e tipo de impacto:

    • Atividades de irrigação com captação de água;
    • Pecuária intensiva (suinocultura, avicultura, confinamento bovino);
    • Cultivo de espécies exóticas ou transgênicas em larga escala;
    • Atividades com uso de agrotóxicos e defensivos;
    • Silvicultura (reflorestamento comercial);
    • Drenagem de áreas úmidas ou várzeas;
    • Uso de fogo controlado ou manejo com queima.

    O não licenciamento é uma infração ambiental e pode gerar multas, embargos e responsabilização criminal.

    Quais os principais riscos de atuar sem licença?

    A ausência de licenciamento pode resultar em:

    • Multas de até R$ 50 milhões, conforme Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98);
    • Embargo total ou parcial da atividade produtiva;
    • Suspensão de acesso a crédito rural e financiamentos públicos;
    • Perda de certificações e contratos com compradores institucionais;
    • Responsabilização pessoal dos gestores e proprietários.

    Além disso, a atuação sem licença pode comprometer a imagem da empresa, afetando sua reputação no mercado.

    Como se adequar às novas regras?

    Para garantir conformidade com as novas exigências, produtores e empresas devem:

    1. Realizar levantamento das atividades desenvolvidas na propriedade;
    2. Classificar o potencial de impacto ambiental (baixo, médio ou alto);
    3. Consultar o órgão ambiental estadual sobre a modalidade de licenciamento exigida;
    4. Reunir a documentação técnica e jurídica necessária (plantas, CAR, outorgas, estudos ambientais);
    5. Ingressar com o pedido de licenciamento via sistema digital oficial.

    É fundamental manter registros atualizados e cumprir todas as condicionantes estabelecidas nas licenças para evitar sanções.

    A importância do Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA)

    Para atividades de alto impacto, a legislação ainda exige a apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Esses documentos detalham os efeitos da atividade sobre o meio ambiente e propõem medidas mitigadoras. São avaliados por audiências públicas e têm alto valor técnico e jurídico.

    O EIA/RIMA é essencial para garantir a transparência do processo e a participação da sociedade na tomada de decisões que afetam o meio ambiente.

    Como um assessoramento jurídico especializado contribui?

    Um advogado com experiência em licenciamento ambiental pode:

    • Analisar os riscos jurídicos da atividade;
    • Auxiliar na escolha da modalidade de licenciamento adequada;
    • Validar os documentos técnicos e garantir sua regularidade legal;
    • Negociar condicionantes ambientais com o órgão ambiental;
    • Atuar na defesa em casos de indeferimento, autuação ou embargo.

    O assessoramento jurídico especializado é fundamental para evitar erros que possam resultar em sanções e prejuízos financeiros.

    Conclusão

    As novas regras do licenciamento ambiental para o setor rural oferecem oportunidades de maior segurança jurídica e eficiência, mas também exigem maior atenção e organização dos produtores. Ignorar a necessidade de licenciamento pode representar riscos financeiros, legais e operacionais significativos.

     

    Se sua atividade rural ainda não está licenciada ou precisa se adequar às novas exigências, entre em contato com a Martins Zanchet Advocacia Ambiental. Nossa equipe está preparada para orientar, defender e legalizar seu empreendimento com segurança e agilidade.


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